Digital Painting in Photoshop CS6

25, janeiro, 2012 André Fernandes 1 comentário

Olá, bem vindos a mais um poscast. Hoje teremos uma pequena introdução a pintura digital utilizando o Photoshop.

Até a próxima!

Flash SB-900 – Como evitar o superaquecimento (final)

Bem vindos a última série de artigos sobre um dos maiores problemas que fotógrafos tem em relação ao flash SB-900 da Nikon.

 

 

  • Problema #9 | Ler o Manual é muito CHATO!

Quando alguém abre a caixa do seu equipamento, o manual sempre ali, jogado pelo fotógrafo. É muito importante sempre ler o manual do usuário antes de operar o SB-900 para evitar qualquer mau funcionamento e superaquecimento. Há muita informação e respostas no manual que podem ajudar a prevenir o superaquecimento do SB-900.

É verdade! Está tudo lá, bem no manual do usuário.Leia da página 1 até a última página da seção de índice no manual. Temos que fazer nossa lição de casa!

Solução # 9 SEMPRE LEIA O MANUAL

Notas adicionais
1) Sempre ande com dois de 4 packs de baterias AA em seu bag.
2) Tenha sempre outro SB-900 ou dois Flashes como back-up, caso o primeiro SB-900 venha dar “tilt”.
3) NÃO DESLIGAR o sensor  cut-out. Ele é projetado para monitorar o SB-900 e a temperatura de funcionamento interno e também para proteger o SB-900 de falhas indesejadas como o superaquecimento, alertando o usuário.
Se a térmica cut-out vai para o modo “red zone”, o SB-900 vai apitar, sendo obrigado a permitir que ele esfrie por 10-15 minutos antes de usar novamente.

4) Se a aproximar-se do objeto fica difícil? Use Nikon SC-28 ou SC-29 com cabo de câmera iTTL para mover o flash mais perto do assunto sem alterar a localização da câmera. Nikon SU-800 Commander ou Pocketwizards podem fazer o truque também.

 

E bem, chegamos ao fim desse assunto que dá o que falar entre nós, fotógrafos. Agradeço ao querido Geovani Debastiani (@Mahasiah) por ajudar a buscar informações e revisar todo o material. Siga no twitter para discussões sobre fotografia e outras ‘coisitas más’!

Muita sabedoria a todos e sucesso em suas profissões!

Artigo escrito por André Fernandes (@Nikonandre ) e Geovani Debastiane (@Mahasiah)

 

 

E vamos ao ganhador do DVD!

 

Até a próxima!

Link do sorteio

Editando vídeo no Lightroom 4 (beta)

19, janeiro, 2012 André Fernandes 4 comentários

Olá, bem vindos a mais um PODCAST aqui no Lightroom Brasil! Você confere apenas uma introdução à edição de vídeos na versão beta do Lightroom 4. No canal da Adobe, você encontra mais informações.

(dica: assista em HD)
Confira outros vídeos clicando aqui.

Flash SB-900 – Como evitar o superaquecimento (parte 10)

Bem vindos a uma série de artigos sobre um dos maiores problemas que fotógrafos tem em relação ao flash SB-900 da Nikon.

 

  • Problema #8 | Fotografando em condições Extremas

Uma vez que o SB-900 não é selado contra umidade e poeira como as câmeras Nikon, ele requer um cuidado extra quando usado em situações de condições extremas como chuva, locais úmidos, locais com poeira como uma prova de MotoCross, lugares muito quentes como na praia ou muito frios, como na neve.

Poeira e umidade entram facilmente no SB-900 por qualquer abertura (botões, conectores) o que pode resultar no mal funcionamento e sérios problemas com as placas de circuito internas do SB-900. Chuva simplesmente frita os circuitos do SB-900 pelo contato da água com a eletricidade, enquanto a poeira vai acumulando com o tempo e o problema pode se agravar quando começa a esquentar as placas internas, causando um superaquecimento no SB-900.

Dependendo do tipo de bateria usada no SB-900, a capacidade pode diminuir devido a temperaturas extremas (muito frio ou muito calor). Na maioria das vezes é a temperatura alta que causa o superaquecimento do SB-900, já que não existe nenhuma grande abertura no flash para a saída do ar quente, deixando as baterias resfriarem.

Temperaturas muito frias simplesmente congelarão o SB-900. Condições extremas podem afetar as baterias externas também.

SOLUÇÃO #8

1) Mantenha o SB-900 com sua temperatura de operação entre -3°C e 41°C.

2) Tenha sempre uma sacola plástica em mãos para cobrir o SB-900 e evitar contato com materiais indesejados, como poeira e chuva.

3) Deixe o flash na caixa por pelo menos 20 minutos para o flash igualar a mudança de temperatura antes de usá-lo (para evitar a condensação).

4) Se as baterias esquentarem sem superaquecer o SB-900, retire as baterias e deixe-as resfriarem por uns 10-15 minutos antes de usá-las novamente.

5) Limpe o engate do flash com uma solução limpante (fórmula 409 ou álcool) e pano limpo.

6) Se não usar o SB-900 por duas semanas ou mais depois de um intenso uso, retire as baterias para evitar vazamentos.

(baterias com vazamento podem oxidar os contatos internos das baterias do SB-900, o que pode resultar no mal funcionamento do SB-900).

 

 

Amanhã será o último artigo! Não perca!

Ahh…  e para começar o ano de bem com a vida, e com seu flash, um presente nosso para você!

“Eu sigo @nikonandre @mahasiah e estou lendo a série sobre #SB900 no @lightroombrasil”  (RT) http://kingo.to/WPD

 

Flash SB-900 – Como evitar o superaquecimento (parte 9)

Bem vindos a uma série de artigos sobre um dos maiores problemas que fotógrafos tem em relação ao flash SB-900 da Nikon.

 

  • Problema #5|Baterias Externas

É altamente recomendado se você usar o SB-900 (ou SB-800) em situações de utilização intensa, onde você pode estar disparando continuamente (aproximadamente 200 ou mais vezes por hora).

Por que?

Baterias externas não apenas dobram a duração da bateria, elas também aumentam a voltagem de 6v (nos SB-800 e SB-900) para 15v (Nikon SD-8A) ou 18v (Nikon SD-9 e Quantum turbo charger), o que diminui o tempo de recarga em 60% ou até 75% (dependendo do tipo de bateria usada). Usar uma bateria externa pode ser chato de carregar por aí, porém, isso pode evitar que o SB-900 superaqueça. É altamente recomendado o uso de baterias normais (como as Duracell Coppertop 1.5v no pacote externo da Nikon para aumentar a voltagem e a capacidade da bateria. Veja como essa bateria externa se conecta ao SB-900 e funciona usando SD-8A).

Se você tem algum dos packs acima, compare o tempo de recarga com e sem a bateria externa, disparando em potência máxima (M 1/1).
SOLUÇÃO #7

Use uma das baterias externas como a Nikon SD-8A, Nikon SD-9 ou a Quantum Turbo Charger se você usar muito o SB-900 praticamente sem parar de disparar, como um dia inteiro em um casamento, algum tipo de esporte, eventos importantes como nomeações e premiações.

 

NOTA: O Nikon SD-9 é compatível apenas com o SB-900.
O Quantum Turbo Charger é compatível com o SB-800 e SB-900 (não é compatível com o SB-600).

 

Até o próximo artigo! Ahh…  e para começar o ano de bem com a vida, e com seu flash, um presente nosso para você!

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Flash SB-900 – Como evitar o superaquecimento (parte 8)

Bem vindos a uma série de artigos sobre um dos maiores problemas que fotógrafos tem em relação ao flash SB-900 da Nikon.

 

  • Problema #5|Cabeça do Flash

O SB-900 certamente tem a cabeça de flash mais larga se comparado aos SB-600, SB700 e o SB-800. Com essa cabeça mais larga, é óbvio que requer mais bateria do que os modelos de flash com a cabeça menor.

 

Solução #5

Infelizmente, não existe uma solução, a não ser tentar lembrar que você não está mais trabalhando com um SB-600, SB-700 ou SB-800.
Problema #6

Inclinando e girando a cabeça do flash para rebater a luz. Uma vez que o SB-900 oferece a opção de girar e rotacionar a cabeça para uso com difusores e para rebater a luz, isso suaviza a luz para proporcionar uma iluminação mais homogênea e quase nada de sombras. Porém, girar e rotacionar não funcionam da mesma forma que um flash direto, e isso requer mais potência das baterias para manterem a luz igual em potência para obter a mesma exposição quer teriam com o flash direto.

Valores de potências elevados, como M 1/1, M 1/2 e M 1/4 precisam aumentar a potência para rebater a luz e iluminar um objeto distante com uma inclinação de 45°. Pouca energia é necessária se fotografarmos um objeto perto (meio metro) de distância da câmera com a cabeça do flash em 90°. Simplificando, 0° (flash direto) não requer tanta potência, 45° requer muito mais potência que 90°.

E sobre difusores externos?
Como hoje em dia existem muitos modelos disponíveis em formatos transparentes e brancos, o fotógrafo precisa entender a diferença entre esses modelos. Os formatos transparentes oferecem muito mais luz usando assim menos bateria, mas resultando em uma luz mais direta e com sombras duras.

Os modelos na cor branca ajudam a deixar a luz mais difusa, e por isso exigem mais energia da bateria para compensar a potência da luz, principalmente os modelos que são usados com a cabeça do flash em 90°.

SOLUÇÃO #6

1) Aumente a sensibilidade do ISO quando usar o flash rebatido ou com difusor, chegando a economizar 3 pontos (stops) (dependendo do valor ISO), uma vez que as câmeras de hoje em dia tem grandes capacidades ISO.
2) Aumente a abertura da lente (f/stop) em 1 ponto ou 2 quando usar um difusor para diminuir a necessidade de energia. Se você não deseja mudar a abertura aumente seu valor ISO ou use um tripé para fazer exposições mais longas (velocidades lentas de shutter).
3) Se estiver usando um difusor branco, se aproxime do objeto para obter mais luz vinda do flash para o objeto.

 

Até o próximo artigo! Ahh…  e para começar o ano de bem com a vida, e com seu flash, um presente nosso para você!

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Flash SB-900 – Como evitar o superaquecimento (parte 7)

Bem vindos a uma série de artigos sobre um dos maiores problemas que fotógrafos tem em relação ao flash SB-900 da Nikon.

 

  • Problema #4Bb|Difusores

Uma vez que um difusor está encaixado na cabeça do flash, a luz vinda do flash fica mais suave quando passa pelo difusor e rebate no ambiente. Isso cria uma luz extremamente suave, próxima a zero sombra, mas apenas se usadas em ângulos de 45° e 90°, onde o efeito fica mais evidente. Também pode ser usada o difusor presente na cabeça do próprio flash e que suaviza a luz, ao invés da iluminação dura vindo do flash direto sem difusor, o que pode ser usado com lentes ultra grande angular para expandir o raio de cobertura do flash.

Como os adaptadores de lentes grandes angulares, isso vai requerer mais potência do flash se usar uma lente mais ampla que 14mm.

 

  • Solução #4

1) Evite usar uma lente telefoto em 200mm com foco no infinito se estiver usando o SB-900 na posição de zoom de 20mm.
2) Use o ajuste de zoom manual do SB-900 se estiver usando lentes sem CPU (lentes que não enviam a informação sobre a distância focal para o flash).
(para os usuários das sérias D200 / D300 / D700 / D2 / D3, chequem a opção de lente sem CPU nos menus de configuração, para não ser necessário mudar manualmente o zoom do SB-900).
3) Evite usar o difusor embutido ou acoplado na cabeça do flash se estiver usando lentes com distância focal maior que a fixa no SB-900, como uma lente 50mm.

 

4) Invista em difusores de qualidade garantida, como Gary Fong, Demb LumiQuest, Dot-Line ou Photogenic.
(NOTA: com esses difusores externos o usuário pode usar o zoom do flash normalmente sem desperdiçar bateria, porém um alimentador externo é recomendado).
5) (NOTA: não muito efetivo) Puxe o difusor embutido mas não completamente, ficando na vertical. Assim você pode usar o zoom normalmente e usar lentes mais longas que 14mm.
6) Invista em ‘extensores’ de flash, como os Visual Echoes se você realmente precisa usar zoom de 200mm com foco no infinito.
7) Use uma fonte de energia externa para diminuir o tempo de recarga se precisa usar o difusor embutido de grande angular do flash.
Se precisar usar o flash com a distância focal de 200mm focando no infinito, o usuário pode mover o SB-900 para perto do objeto e então transmissores por rádio, como os Pocket Wizards para disparar o flash remotamente.

NOTA: com os Pocket Wizards Plus II ou Multi MAX, o usuário não terá o recurso de iTTL, porém, os novos Pocket Wizard Flex TT5 e MiniTT1 agora repassam as informações de iTTL para o flash.

 

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Flash SB-900 – Como evitar o superaquecimento (parte 6)

Bem vindos a uma série de artigos sobre um dos maiores problemas que fotógrafos tem em relação ao flash SB-900 da Nikon.

 

  • Problema #4|Lentes Zoom e Grande Angular

No SB-900, a posição de zoom tem um inconveniente minimo. Uma limitação, onde ela terá dificuldade em entregar a luz sobre o objeto quando se utiliza uma grande-angular e teles, variando  a  distância entre o objeto e a câmara.

O SB-900 é a primeira unidade de flash  a oferecer até 200mm, no entanto, não ficou perfeitamente utilizável – requer novas formas de alimentação da bateria, aumentando a potência do flash para jogar a luz .  Se estiver usando uma lente com menos de  200mm, diminuirá a necessidade de mais potência, como 180mm ou menos. Ao usar lentes de ângulo ultra-wide, o SB-900 oferece três opções: Adaptador Grande Angular Imbutido, Difusor Externo ou nenhum.

  • Problema #4 A Usando o SB-900 em 200 milímetros de zoom  com uma tele-objectiva

O fotógrafo deve compreender que ao usar o zoom de 200 milímetros no  SB-900, não terá um resultado 100%. Uma vez que requer mais energia das baterias para jogar a luz que, no entanto, ele depende inteiramente da distância focal da lente e do foco infinito para o mínimo de distância do foco (o último número na faixa de foco da lente).

Por exemplo, em uma Nikon 70-200mm f/2.8G AF-S ED-IF, ela tem um longo intervalo desde o infinito até 5ft (1,5 metros).

 

  • Problema #4B

Ao usar o zoom grande angular ou uma lente kit, o SB-900 não reconhece por ex: a 17mm, no entanto, dá ao fotógrafo três opções para escolher:
1) Adaptador embutido em grande-angular

2) Difusor externo

3) Nenhum

O flash irá alargar a sua posição de zoom para a posição fixa de zoom de 14mm com o  adaptador de grande angular e com apego ao difusor externo. No entanto, o fotógrafo deve entender quando utilizar uma das opções, o SB-900 vai querer mais energia das baterias para  a luz quando se usa uma lente zoom, com uma distância focal  mais do que o 14 milímetros fixo.

  • Problema #4Ba  Adaptador em grande-angular

Os adaptadores de grande angular são ideais para duas coisas diferentes:

1) Use com lentes grande-angular que têm alcance mais amplo do que a distância focal menor  do  flash  zoom posição de 17mm.

2) Para close-up (macro) que estão dentro de 2ft (0,6 m) – inclinar a cabeça do flash 90º para baixo  e  puxe o  adaptador,  mas isso não garante bons resultados. Para flash macro é recomendado o  Nikon R1C1.

 

Até o próximo artigo! Ahh…  e para começar o ano de bem com a vida, e com seu flash, um presente nosso para você!

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Flash SB-900 – Como evitar o superaquecimento (parte 5)

Bem vindos a uma série de artigos sobre um dos maiores problemas que fotógrafos tem em relação ao flash SB-900 da Nikon.

Modos de Flash | Corrigindo Aquecimentos

Mas no que esses modos têm alguma relação com o aquecimento do SB-900?Sim! 3 coisas:

1) Pré-Flash

2) Definições de exposição na câmera

3) Medição baseada na informação de medição da câmera

 

  • 1) Pré-flash

A maioria dos modos automáticos requerem que o SB-900 dispare uma série de pequenos pré flashes para medir a exposição total (flash + câmera) para ajustar a potência para o disparo ‘real’, o que usa um pouco de bateria para manter o SB-900 disparando continuamente.

  • 2) Definições de exposição na câmera

O flash está interligado com a câmera para mudar as informações de exposição baseado nas medições da câmera, balanceando a potência do flash para combinar perfeitamente, o que também usa um pouco de bateria.

  • 3) Medição baseada na informação de medição da câmera

Além dos modos automáticos, o flash pode variar sua potência baseado nas configurações de exposição configuradas na câmera. Por exemplo, o usuário coloca a abertura em f/16, o que requer mais potência do flash para iluminar o objeto devido a pequena abertura (pequenas aberturas exigem MAIS luz). Isso serve também para sensibilidades ISO baixas ou usar velocidades de sincronismo altas, uma vez que elas necessitam de MAIS LUZ.

E os modos manuais?

Usando no modo manual o SB-900 não precisa de pré flashes e medições feitas pela câmera, a não ser pelo zoom (se a opção de zoom manual estiver desabilitada nas opções personalizadas do menu).
Em termos simples, uma vez que ele funciona por conta própria, ele usa muito menos bateria, a menos que o usuário determine valores de potência muito altos (como M-1/1, M-1/2, e M-1/4) no modo M (flash manual) e RPT (flash repetitivo).

SOLUÇÕES #3

1) Deixe o flash esfriar um pouco e recarregar as baterias depois de alguns disparos com pré flashes ou disparando com flash em sensibilidade ISO baixas e aberturas pequenas como f/16.

2) Aumente a abertura para f/2.0, f/2.8, f/4.0, f/5.6 e aumente a sensibilidade ISO (200,400,640 ou 800 já que as câmeras atuais são capazes de sensibilidades ISO mais altas) na câmera para cortar o tempo de recarga e diminuir o tempo de resfriamento.

NOTA: usando sensibilidade de ISO baixa e aberturas pequenas é especialidade de luzes de estúdio.

3) Pratique usando M (manual) para evitar os pré flashes ao invés de usar modos automáticos (ideal apenas para situações CONTROLADAS!). Até certo ponto, o modo manual (M) é mais preciso que os modos automáticos.

Até o próximo artigo! Ahh…  e para começar o ano de bem com a vida, e com seu flash, um presente nosso para você!

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8 de janeiro | Dia do Fotógrafo

 

A palavra Fotografia vem do grego φως [fós] (“luz”), e γραφις [grafis] (“estilo”, “pincel”) ou γραφη grafê, e significa “desenhar com luz e contraste”

 

Curiosidades:

Comemora-se o dia 08 de Janeiro como o Dia Nacional da Fotografia ou Dia Nacional do Fotógrafo. Mas há controvérsias… Calendários registram 6, 7, 8 e até 9 de Janeiro como dia do fotógrafo, dia da fotografia, dia nacional do fotógrafo e dia nacional da fotografia.

Já no dia 19 de Agosto, comemora-se o dia mundial da fotografia. Também há quem afirme que este é o dia do fotógrafo. E há ainda registros de comemorações no dia 15 de agosto. Já o dia do repórter fotográfico é 02 de Setembro…

Controvérsias à parte, foi no dia 19/08/1839 que a fotografia foi anunciada ao mundo oficialmente, em Paris, na Academia de Ciências da França, consagrando o Daguerreótipo, processo desenvolvido pelo francês Louis M. Daguérre.

Possivelmente, as datas em Janeiro referem-se à chegada do Daguerreótipo no Brasil, fato que aconteceu no primeiro mês do ano de 1840, exatamente no dia 16.

Segundo a literatura especializada, foi o abade Louis Compte que trouxe a novidade de Paris para o Rio de Janeiro, e apresentou o daguerreótipo ao imperador D. Pedro II (oficialmente, o Imperador foi o primeiro fotógrafo brasileiro).

Porém, segundo o historiador Bóris Kossoy, houve uma descoberta isolada da fotografia no Brasil, pelo pesquisador Hércules Florence, seis anos antes do anúncio oficial do feito de Daguerre…

Sem conhecimento das pesquisas na Europa, Florence descobriu a fotografia e foi a primeira pessoa a usar o termo, em 15 de Agosto de 1832, em Campinas – no interior do Estado de São Paulo.

Fonte: www.sergiosakall.com.br/

 

O LightroomBrasil e toda sua equipe parabeniza a você fotógrafo, amador, profissional ou amante!

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