Perfis de cor, o que são e para que servem?

2, setembro, 2011 André Fernandes 6 comentários

Toda imagem  RGB pode ser  codificada em  256 ou 32.769 níveis por  canal.O que  um espaço de cor faz é organizar  esses níveis dentro de um  espectro visível, ou da quantidade de cor   que   podemos   enxergar.  Ou   seja,   o   espaço   de   cor   determina   a   quantidade   de   cor   que podemos   abranger   com   a   informação   disponível.  Existem   milhares   de   espaços   de   cor,   mas atualmente nós fotógrafos trabalhamos a maior parte do tempo apenas com dois:

Adobe RGB (1998)

 

Um     dos   mais    utilizados   pelos   fotógrafos,   principalmente      em   imagens     que   serão impressas em   gráficas ou   inkjets como   a   HP   Z3100.   Com   uma   gama   de   cores relativamente grande, engloba as cores da impressão offset e grande parte das cores possíveis com inkjet. Este perfil  foi desenvolvido pela Adobe exatamente com  o propósito de ser   um  espaço de cor compatível com a impressão baseada em tintas.

sRGB

 

É   o   segundo   espaço   de   cor   mais   utilizado.   Desenvolvido   pela   Microsoft   e   HP   para representar     a  capacidade      de  reprodução     de   cores   de  um   monitor    CRT    (tubo),  acabou    se mostrando      também      o  mais   adequado     para   impressões      em   minilabs  (que   usam     emulsões químicas gravadas por laser no lugar de tinta). Menor     que   o   Adobe   RGB,    tem   como    característica   ser   bastante   adequado      para  a visualização     em    websites,    apresentações      multimídia,    impressões      em   minilabs   e  uso   em aplicativos que não possuem gerenciamento de cores, mas exibem arquivos em RGB. Você já deve ter percebido pelas imagens acima que o sRGB guarda pouca informação sobre   verde   e   azul,   enquanto   o   Adobe   RGB   já   consegue   gerenciar   melhor   as   informações nesses tons. Se você já fotografou algum  show ou apresentação com  iluminação colorida deve ter  percebido que ao  fotografar  em  sRGB o  canal  vermelho ‘estoura’  com  grande facilidade, e mesmo em RAW você nem sempre consegue recuperar o tom original da foto.

Por    esse   motivo    algumas    pessoas     dizem   que   o  perfil  sRGB     teria  dois  canais   de vermelho,   o   que   já   vimos   não   é   verdade,   o   perfil   apenas   não   guarda   informações das cores opostas     ao   vermelho,    que    são   o  azul  e   o  verde,   necessárias     para   contra-balancear      as informações.

Configure em sua Nikon

 

Agora     que   já  entendemos      o  funcionamento      básico   de   um   perfil  de  cor,  podemos esclarecer outras formas de utilizá-los, como por exemplo na calibração do monitor. Afinal, nada mais frustante do que trabalhar  horas a fio  para deixar suas fotos lindas, e quando imprimir ou passar por email ela estar completamente destruída.

Quem   já   visitou   qualquer   loja   que   venda   eletrônicos   provavelmente   parou para   ver   a parede de televisores. Gigantes de plasma, projetores e simpáticas tvs de 14 polegadas, todas sintonizadas na mesma novela, ou no mesmo dvd. Você     já  parou   para   pensar    no  porquê    disso?   Como     a  mesma      imagem     pode   ser interpretada de maneiras diferentes por aparelhos diferentes? Os monitores emitem  luz em porcentagens contraladas de vermelho, azul e verde para reproduzir as cores das imagens em  pequenos pontinhos, os nossos amigos pixels. Mas como temos   essas   variações   de   cores   se   todas   as   tvs   estão   recebendo   o   mesmo   sinal   vindo   da mesma emissora ou do mesmo aparelho de dvd?

Simples, porque assim  como as pessoas, nenhum  dispositivo é igual  a outro. Até dois monitores de   uma   mesma marca   e   modelo podem   apresentar   um   azul   ligeiramente   diferente, simplesmente       por  serem    dois   exemplares     fisicamente    distintos.  Os   colorantes   usados     para determinar o vermelho, o azul e o verde podem ser ligeiramente diferentes, o que já é suficiente para que as cores não casem.

Configure em sua Canon

 

Uma das grandes limitações dos sistemas de cores é que eles apenas descrevem  um ‘receita’ de cor, mas não a aparência exata. Que cor é R0 / G218 / B0 ? Verde, mas o tom exato de verde vai depender  do monitor. O que nos deixa sem referência, em  frente a uma parede de televisores. Mas então   ser   cada   monitor   tem   um   RGB levemente   diferente,   como   fazer   para   as imagens terem as mesmas cores em  vários monitores diferentes? Aí entra em cena a calibração através de um colorímetro. Basicamente o colorímetro mede a intensidade dos padrões RGB de um  monitor e cria um  perfil específico para monitor. Esse colorímetro percebe que o               verde do meu monitor é R0 /G218  /  B0   (comparando com   um   banco   de dados interno, esses valores são   os que fazem   o verde do meu monitor  ficar  igual  ao verde padrão do colorímetro) e que  no monitor do lab que imprimo o verde é R0 / G223 / B3.

Assim  o colorímetro  gera  um  perfil  que  o computador  salva como um  arquivo .ICC (o mesmo que algumas placas de vídeo trazem  nos dvds de instalação) com  as informações para quando   você   levar   suas imagens para   outro computador,   basta   levar   junto seu   perfil   ICC que você terá os mesmos resultados.

Então ser você quer que as fotos que você trabalhou por tanto tempo para ficarem  com as cores perfeitas sejam  impressas exatamente iguais, o melhor que você pode fazer é ir no lab que você faz suas impressões e pedir o perfil de cores da impressora que eles usam.

Configure no Lightroom 3

 

Se você já instalou   uma   impressora   na   sua   casa   deve   saber   que   nas   opções   de   impressão   você   pode escolher o tipo de papel, gramatura e outras firulas. Para cada uma dessas diferentes opções a impressora tem  um  perfil de cor diferente, porque em  cada situação a tinta é absorvida pelo tipo de papel de forma diferente, e quando uma tinta seca a cor fica levemente diferente. Sabendo a marca e modelo da impressora do seu lab, você pode procurar os perfis de cores na internet, ou até mesmo no próprio site do fabricante. Então quando você já sabe qual impressora      e  qual  tipo  de   papel   vai  usar  para   o  trabalho   final,  você  vai  nas   opções    de visualização do  seu  monitor  e usa o perfil  adequado, e quando você imprimir  as fotos terão as cores exatas que você tanto trabalhou para alcançar.

Bom     pessoal,    por  enquanto     é  só.  Este   artigo  é  uma    breve   explicação    sobre   as diferenças entre os perfis de cores, e como eles influenciam  na imagem  final. Claro que o tema é muito mais complexo, temos outras várias considerações, mas basicamente  já  conseguimos entender     a  importância    de  escolher    o  perfil  certo  já  no  momento    da   captação    para  evitar imprevistos na hora da pós, e como um monitor calibrado de acordo com o modo de impressão vai fazer  com  que tanto trabalho em  busca das cores perfeitas não vá por  água abaixo na hora da impressão e você tenha que refazer tudo.

Créditos ao @Mahasiah pela iniciativa de estudar sobre o assunto e compartilhar conosco no @corujao_online.  Até o próximo artigo!

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Balanço de branco (além do Lightroom)

15, agosto, 2011 alexlopes 6 comentários

Existem diversos espaços de cores utilizados por câmeras, monitores, softwares, impressoras etc. Cada espaço de cores tem por objetivo óbvio reproduzir cores. Não entrarei nos pormenores por não querer tirar a “diversão” deste aprendizado.

Cada espaço de cor possui um pequeno número de canais, que quando concatenados formam uma determinada cor. Vejamos dois espaços de cores bem comuns e os canais inerentes a estes.

1. Espaços de cores

1.1. RGB - A grande maioria das câmeras fotográficas utiliza espaços de cores RGB (RGB, sRGB, ADOBE RGB) quando fotografamos em JPEG, sendo formado por três canais:

R = RED (Vermelho)
G = GREEN (Verde)
B = BLUE (Azul)

1.2. CMYK – Espaço muito utilizado para saídas de impressão. Este é formado por quatro canais, mas nem vou citar o preto (K) na grade:

C = CYAN (Ciano)
M = MAGENTA (Magenta)
Y = YELLOW (Amarelo)
K = BLACK (Preto)

2. Tipos de correlações entre os espaços de cores

2.1. Correlação Complementar (ou Oposta) – Se dá quando uma cor é cancelada pela sua cor oposta.

Exemplo: Se uma fotografia possuir muito vermelho (RED) ela pode ser corrigida com a adição da sua cor complementar (ou oposta), o ciano (CYAN)… Opa, taí uma maneira de tratar o vermelho sem ter de alterar a saturação ou luminosidade, por exemplo! Continue comigo que isto logo fará sentido!

2.2. Correlação Harmônica (esta não será alvo deste artigo) – Se dá quando as cores “viajam” de forma suave, transitando de uma para a outra segundo uma ordem semelhante, tal como uma canção. As luzes do céu durante o por do Sol são um ótimo exemplo (vão do vermelho ao amarelo, passando pelo laranja.

3. Correlacionando cores complementares entre os canais RGB e CMYK

Toda cor possui outra cor complementar ou oposta. A cor oposta cancela a cor existente – uma técnica de correção de cores é adicionar a cor oposta àquela existente numa fotografia. O interessante é que os espaços RGB e CMYK são opostos um ao outro, então:

  • RED é oposto ao CYAN e vice-versa – Adicionar RED inibe o CYAN e adicionar CYAN inibe o RED.
  • GREEN é oposto ao MAGENTA e vice-versa – Adicionar GREEN inibe o MAGENTA e vice-versa.
  • BLUE é oposto ao YELLOW e vice-versa – Adicionar BLUE inibe o YELLOW e vice-versa.

Abaixo isto fica mais claro.

Um ótimo exemplo é a ferramenta Color Balance no Photoshop CS4 ou CS5. Mais para frente falaremos do Lightroom, pois o exemplo abaixo é para facilitar o entendimento.

  • Abra o Photoshop e uma imagem.
  • Entre em IMAGE > ADJUSTMENTS > COLOR BALANCE.
  • Mova as barras deslizantes e verifique o que estou falando. Se for o caso abra uma imagem com desvio de cor, tipo alguma com alguma cor que esteja em desegrado com o seu gosto e faça o teste.

Uma fotografia com tons predominantes de amarelo (YELLOW) pode ser “ajustada” com que cor???
Resposta: Com sua cor complementar BLUE (azul). Mas este ajuste é gradativo, ou seja, a medida que adicionamos azul o amarelo vai ficando menos evidente, até que o azul se torne predominante se exagerarmos na dose!

4. Formação de cores a partir das cores complementares

A “mistura” de duas cores de um mesmo espaço de cores forma uma das cores do outro espaço, ou seja, se misturarmos duas cores do espaço RGB obteremos uma do espaço CMYK e vice-versa.

Observemos a grade abaixo:

4.1. Cores RGB formando cores CMYK

R (RED ou Vermelho) + G (GREEN ou Verde) = Y (YELLOW ou Amarelo)

R (RED ou Vermelho) + B (BLUE ou Azul) = M (MAGENTA ou Magenta)

G (GREEN ou Verde) + B (BLUE ou Azul) = C (CYAN ou Ciano)

 

4.2. Cores CMYK formando cores RGB

C (CYAN ou Ciano) + M (MAGENTA ou Magenta) = B (BLUE ou Azul)

C (CYAN ou Ciano) + Y (YELLOW ou Amarelo) = G (GREEN ou Verde)

M (MAGENTA ou Magenta) + Y (YELLOW ou Amarelo) = R (RED ou Vermelho)

Toda edição de imagens, com intuito de correção de cores e ajustes de balanço de branco, aplicação de efeitos e outros passa por esse entendimento!

5. Balanço de branco e o Lightroom

Muito se fala sobre WB (White Balance ou Balanço de Branco) no Lightroom. A ferramenta e suas funcionalidades são amplamente divulgadas em diversos meios de comunicação (blogs, sites, youtube…). Prefiro mostar alguns fundamentos, sendo:

A imagem acima mostra a opção de ajuste customizado e Balanço de Branco (WB) no Lightroom, onde, através de barras deslizantes o usuário pode corrigir o Balanço de Branco ou mesmo impor aparência artística ao trabalho. Não será o objetivo deste artigo demonstrar as formas de correção, mas sim esclarecer o que está por trás ou, ao menos, uma das abordagens possíveis – que nunca será a última ou qualquer realidade intrasponível.

Observando o painel temos o slider Temp (Temperatura) e Tint (Tinta):

5.1. Temperatura – Tonalidade global de um ambiente pode ser estimada (com erros) pelas nossas câmeras. Estas usam a mesma analogia que o nosso sistema visual.

Olhe para um prédio a noite. Você verá várias janelas, busque os apartamentos que tem alguma luz acesa e compare a tonalidade de uma dessas janelas com outra. Rapidamente perceberá que um ambiente tende a ter tonalidade laranja, outro azul, um terceiro verde.
O ambiente em que você se encontra tem alguma tonalidade global, que talvez você não perceba, pois seu sistema visual pode ter se adaptado ao ambiente. Que correções são essas?

Para simplificar… A natureza nos deu um mecanismo que compensa a luz ambiente de forma que qualquer elemento branco nos pareça branco, bem como todas as outras cores.

Imagine uma noiva, que pela tradição comum, usa um vestido branco. Se ela estiver numa sala, sobre uma lâmpada incandescente, você saberá que o vestido dela é branco. Se ela estiver na cozinha, sobre luz fluorescente você continuará sabendo que o vestido dela é branco, assim como todas as outras cores poderão ser identificadas.

Imagine a noiva lá naquele prédio cheio de janelas… Se fosse possível ver uma noiva com o mesmo vestido em cada apartamento logo você notaria que o tecido teria uma tonalidade diferente em cada janela.
Numa janela tenderia ao azul, noutra ao verde, ao laranja… Mas se você estivesse dentro do mesmo ambiente que a dama, após alguns minutos, logo não notaria diferenças tão marcantes do branco do vestido. É claro que o desvio de tonalidade pode ser suficiente para que você ainda perceba a “tonalização” ou tendência dos objetos no ambiente a cor da fonte emissora de luz.

Nossas câmeras, dependendo da escolha de balanço de branco, tenta ou aplica fatores de correção de cores para neutralizar a luz refletida por objetos fotografados. Em teoria a função básica do ajuste de balanço de branco na câmera é designado para que o branco seja interpretado como branco, mas essa correção não é exclusiva ao branco, acertar o branco permite que a câmera calcule os desvios e ajuste todo o quadro.
A idéia é a mesma do vestido… Se a câmera “souber” (for informada) que o vestido da noiva é branco, então um fator de correção adicionará cores complementares (ou opostas) para cancelar os desvios de cor do ambiente. Fotógrafos(as) mais experientes usam a correção de branco como elementos artísticos de composição.

Câmeras permitem três tipos de ajuste:

  • Correção automática – Onde a câmera tenta identificar automaticamente a luz ambiente e, então, aplica a correção estimada. Este processo funciona, mas, em situações diversas, a câmera erra e a foto sai azulada, amarelada… Uma cor predominante num enquadramento é suficiente para a câmera “julgar” erroneamente. Fotografar uma piscina é um bom exemplo.
  • Correção predefinida – Quando usamos um dos modos Nublado, Luz do dia, Sombra… Nesse caso restringimos o fator de correção, mas é importante que a pessoa por trás da câmera saiba estimar o tipo de fonte de luz ambiente (Sol, fluorescente, tungstênio…) para usar a definição que mais se aproxime. Mesmo assim existem chances de erro, pois a predefinição é uma média baseada em experiências que a engenharia do fabricante aplicou ao produto.
  • Correção manual – Minha favorita, mas a mais técnica. Vale muito a pena ter um cartão 18% cinza, pois com ele podemos “medir” a tonalidade da luz ambiente sobre o assunto e então aplicar o fator de correção que neutralize com sucesso o ambiente e permita que as cores sejam reproduzidas de forma mais próxima o possível da realidade. Câmeras mais porte permitem ajustar o valor de temperatura “na mão” e ainda permitem refinar a correção com desvios semelhantes a Tint.

5.1. Tint – Funciona como um refino casado com temperatura. Agora é que vem o pulo do gato.

Observe as cores das barras deslizantes da correção de balanço de branco no Lightroom…

A barra Temp vai do azul ao amarelo, ou dos tons “frios” (azuis) aos tons quentes (amarelos). A barra Tint vai do verde aos magenta.

Se você recapitular o que vimos lá em cima (capítulo 4)… hummmm… verá que temos cores (tons) implícitos quando combinamos o uso das barras.

Se movermos Temp até o extremo direito teremos amarelos adicionados na fotografia e, se movermos o marcador do slider Tint na mesma direção teremos magenta cada vez mais evidente, então essa mistura forma o vermelho.

Se movermos o marcador do slider Temp para o canto esquerdo teremos o azul adicionado e, se movermos o marcador do slider Tint indo para a mesma direção teremos o verde adicionado. Adicionar verde e azul forma o Ciano.

Em resumo a correção de balanço de branco do Lightroom funciona (também) no esquema de cores complementares. Brincar com elas cria cores e tons implícitos e/ou enaltece outros. Acho fascinante!

Outra grande dica é usar o painel Camera Calibration, presente no módulo Develop (Revelação). Poderá se surpreender com o quanto poderá refinar seus ajustes de balanço de branco ou seus tratamentos artísticos.

Uma bela dica é usar o ajuste Tint para as sombras (Shadows) presente nesse painel!!! Não pense que isto é novo… Pesquise e achará um mar de informação, pois apenas arranhei a superfície!

Deixo aqui um presente em homenagem as cores e como forma de agradecimento ao tempo que você desprendeu lendo este artigo…

Dúvidas, críticas e sugestões serão apreciadas com carinho! Até a próxima! :D

Web Gallery| Lightroom 3

Para quem nunca usou o Web Gallery do Lightroom, tem a oportunidade de aprender um pouco hoje sobre essa opção. Você pode utilizá-lo para portfólio, hospedar imagens, e até enviar material para seus clientes.

Vamos conhecer um pouco mais.

Selecione as imagens escolhidas pela biblioteca através dos atributos

 

Após escolher as imagens, clique em WEB

 

No painel a sua direta, há várias opções para escolher, personalizar  e diagramar a página de fotos. Na primeira caixa, selecione os estilos de layouts.

Modelo Airtight PostcardViewer

 

Modelo Airtight SimpleViewer

 

Cada modelo de layout, tem sua própria configuração. Basta seguir os painéis até o fim. Além dos modelos no painel direito do lightroom, existe uma opção para personáliza-los. No painel à esquerda, na caixa “Navegador de modelos”, há várias opções. Além das padrões do Lightroom, é possivel baixar outros modelos aqui mesmo no site do Lightroom Brasil. Quando você personaliza seu layout, pode salvar da mesma forma que faz com os presets.

Modelos personalizados

 

Em certos layouts, tem opções para inserir seus dados, informações da página, sites e emails.

Insira informações nas páginas

 

Uma dica importante é você ativar a opção nitidez “ALTA” para envio via web (monitor). Utilize sempre qualidade “100″. Se você não tem tempo para inserir marca d’água em foto por foto, ative a opção e padronize em toda galeria.

Insira marca d'água e nitidez em suas imagens na galeria

 

Agora vem a parte final. Você tem 2 opções. Enviar sua página via FTP ou baixar ela em HTML com os arquivos.

Em “Exportar”, selecione a pasta onde irá os arquivos. Para enviar direto para seu FTP, tenha em mãos os dados de acesso e senha. O nome da página você personaliza na opção “Colocar na subpasta”. Após o envio, a URL ficará o endereço do FTP que você hospedou /”nome da pasta”.

Envie sua galeria via FTP

 

Para mais dicas e informações, siga-me no twitter e conheça o @corujao_online

Até a próxima!

Microsoft Camera Codec Pack – visualize RAW no Windows 7

Quem nunca deixou de fotografar em RAW só porque não consegue visualizar aos arquivos. Nem todos sabem que o Lightroom é um ótimo software para esse formato.
Bem, esse era um problema do Windows Vista e Windows 7. Agora a Microsoft colocou a disposição para download gratuito o Microsoft Camera Codec Pack que nos trás a possibilidade de visualizar arquivos RAW de uma série de equipamentos
Após instalar, ao clicar na imagem ela é aberta no Windows Live Galeria

Clique aqui para fazer o download do codec

Vejam abaixo a lista de câmeras que são suportadas pelo novo Codec.

  • Canon: EOS 1000D (EOS Kiss F in Japan and the EOS Rebel XS in North America), EOS 10D, EOS 1D Mk2, EOS 1D Mk3, EOS 1D Mk4, EOS 1D Mk2 N, EOS 1Ds Mk2, EOS 1Ds Mk3, EOS 20D, EOS 300D (the Kiss Digital in Japan and the Digital Rebel in North America) , EOS 30D, EOS 350D (the Canon EOS Kiss Digital N in Japan and EOS Digital Rebel XT in North America), EOS 400D (the Kiss Digital X in Japan and the Digital Rebel XTi in North America), EOS 40D, EOS 450D (EOS Kiss X2 in Japan and the EOS Rebel XSi in North America), EOS 500D (EOS Kiss X3 in Japan and the EOS Rebel T1i in North America), EOS 550D (EOS Kiss X4 in Japan, and as the EOS Rebel T2i in North America), EOS 50D, EOS 5D, EOS 5D Mk2, EOS 7D, EOS D30, EOS D60, G2, G3, G5, G6, G9, G10, G11, Pro1, S90
  • Nikon: D100, D1H, D200, D2H, D2Hs, D2X, D2Xs, D3, D3s, D300, D3000, D300s, D3X, D40, D40x, D50, D5000, D60, D70, D700, D70s, D80, D90, P6000
  • Sony: A100, A200, A230, A300, A330, A350, A380, A700, A850, A900, DSC-R1
  • Olympus: C7070, C8080, E1, E10, E20, E3, E30, E300, E330, E400, E410, E420, E450, E500, E510, E520, E620, EP1
  • Pentax (PEF formats only): K100D, K100D Super, K10D, K110D, K200D, K20D, K7, K-x, *ist D, *ist DL, *ist DS
  • Leica: Digilux 3, D-LUX4, M8, M9
  • Minolta: DiMage A1, DiMage A2, Maxxum 7D (Dynax 7D in Europe, α-7 Digital in Japan)
  • Epson: RD1
  • Panasonic: G1, GH1, GF1, LX3

Mais informações? Siga @nikonandre


Preto e Branco no Lightroom

Transformar uma imagem em P&B, não é apenas retirar a saturação. Uma bela composição P&B, tem que ser contruida cuidando dos mínimos detalhes.
Você pode criar sua fotografia em P&B utilizando o Lightroom 3.
No Lightroom 3, acesse seu painel a direita e clique em “preto e branco”
Trabalhe as opções abaixo.

Na opção “Preto”, deixe de fora e troque pelas curvas e tons. Assim você terá todos os tons para trabalhar e não simplesmente dando preto ou branco na sua fotografia.

Curvas de Tons

Apenas Retirando a Saturação      |  Aumentando o Preto Lightroom  |   Curvas de Tons no Lightroom

 

Para você ter em mãos todas as tonalidades e degradês de sua fotografia, trabalhe na caixa de ferramentas “Curvas de Tons”. Nela você pode realçar toda a fotografia, sem danificá-la.

Misturas de Preto e Branco

Essa é uma das partes mais importantes no tratamento de uma imagem B&W. Aqui você pode selecionar qualquer cor clicando na opção “ajustar misturas” (bolinha do lado dessa caixa de ferramentas). Nota-se que quando você seleciona um local da fotografia, o programa vai indentificar qual a cor. Nela você controla a claridade. Uma dica é utilizar para suavizar pele em portraits.

Agora  já sabe que uma fotografia em B&W não é simplesmente tirar a saturação.
Outra dica importante é fotografar em B&W. Pegue seu equipamento e vá a luta! Tudo que citei acima é possivel fazer na sua DSLR. Configure, ajuste, e clique. Com garra, você nem precisará editá-las.

Abaixo uma sessão em Preto e Branco para Inspiração:


Para conhecer os fotógrafos acima, procure no 500px

A Regra dos Terços (além da fotografia)

3, agosto, 2011 alexlopes 15 comentários

Para entender a Regra dos Terços, presente na ferramenta Crop (Cortar) e acionada pela tecla R no Lightroom, precisaremos navegar em outros assuntos proveitosos. Aguardo suas dúvidas, críticas e sugestões! :D

Esta regrinha, tão utilizada na fotografia, é derivada de uma proporção conhecida como Proporção Áurea, Proporção de Ouro, Número Áureo e outros semelhantes. Esta proporção é utilizada desde a antiguidade na arte (principalmente por pintores renascentistas).

O número que descreve a razão áurea é o 1,61803399 (arredondado para 1,618) denotado pela letra grega φ. Este é um valor matemático extraído das sequências de Fibonacci, que, em homenagem ao escultor Phidias (Fidías), é chamado simplesmente de Phi (não confunda com Pi).
Uma sequência Fibonacci é alcançada (grosseiramente) pela soma de um número com o seu anterior, que formará o próximo valor da sequência:

1
1+1 = 2 (o anterior de 1 é 1)
2+1 = 3 (o anterior de 2 é 1)
3+2 = 5 (o anterior de 3 é 2)
5+3 = 8
8+5 = 13
13+8 = 21

Assim temos uma das sequências Fibonacci 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21… 6765, 10946 Se você dividir um número da sequência pelo anterior terá um valor cada vez mais próximo de 1,618 – isto ocorre a medida que subimos (em direção aos valores maiores) na sequência, ou seja, quanto mais alto mais próximo de Phi. Divida 21 por 13 e veja quanto dá (chega perto), divida 10946 por 6765 e veja o resultado e assim por diante!

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Bromelia.png

A grande beleza no Phi e o motivo que o fez ser explorado por artistas, arquitetos, pintores e músicos é o fato de podermos encontra-lo no corpo humano, na natureza e no universo.

Alguns o chamam de Número de Deus… o Phi surge no DNA, nos átomos, nas vibrações sonoras, no crescimento de plantas (proporção que diminuem as folhas em relação a altura), nas ondas dos oceanos, espirais de galáxias, reprodução de coelhos, populações de abelhas (razão entre números de machos e fêmeas), altura do corpo humano em relação a altura do umbigo até o chão, a medida do ombro até a ponta do dedo e a medida do cotovelo até a ponta do dedo… Daria para correr o infinito descrevendo exemplos.

O Homem do Vitrúvio ou Homem Vitruviano, de Leonardo DaVinci , é um dos exemplos mais famosos do uso da Proporção Áurea – parece que somos uma proporção ambulante.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Da_Vinci_Vitruve_Luc_Viatour.jpg

A Ilíada (de Homero) e Os Lusíadas (por Luiz de Camões) também são bons exemplos para o uso de Phi! Eheehheheh… até a proporção entre a largura e a altura de um cartão de crédito!!!

Mas e na fotografia???

Abaixo está a divisão do enquadramento fotográfico 3×2, segundo a Proporção Áurea.

Em princípio, dentro deste retângulo (acima) as linhas descrevem a natureza da percepção humana para as “linhas de interesse”, então, posicionar o assunto fotografado próximo dessas linhas pode tornar a composição mais “atraente” para o observador.

Temos também os pontos áureos, que são as regiões situadas sobre as interseções das linhas. Justo onde se cruzam é onde esperamos “inconscientemente” encontrar elementos “fortes”, ou melhor, de destaque na composição (enquadramento).

Para a fotografia houve uma adaptação da regra. Note que não é necessário, muito menos obrigatório, pousar um elemento exatamente sobre uma linha ou ponto áureo. Somente a aproximação já é suficiente para “solucionar” a questão, então temos a variação aceita, conhecida como Regra dos terços.

O enquadramento acima está no formato paisagem (lado maior é o horizontal) e a proporção do retângulo é de 3×2 (a maioria das câmeras digitais usam estas proporções). Se você medir o comprimento do lado maior, dividir em três partes iguais e descartar uma delas terá o lado menor.

Fotografia tirada na casa dos meus pais!

Fotografia tirada num fim de tarde na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro!

O que as duas fotografias acima tem em comum? A “Regra” dos Terços!!! O assunto está posicionado segundo uma ou mais linhas da regra!!!

Imagine que temos uma fotografia em papel de 30cm x 20cm então, se dividirmos o lado maior em três partes iguais teremos 10cm em cada uma. Se considerarmos apenas duas dessas partes teremos um lado menor de 20cm, logo a proporção 3×2 (duas das três partes do lado maior correspondem ao lado menor do enquadramento). O mesmo vale para vários tamanhos comuns de impressão… o famoso 10×15 é outro exemplo!!!

Lightroom e as proporções

No módulo Develop (Revelação), acionado pela tecla D, temos a ferramenta Crop (Corte), que pode ser acionada diretamente do módulo Library (Biblioteca) pela tecla R.

Acionar a ferramenta Crop faz com que a sobreposição da Regra dos Terços apareça virtualmente para auxiliar no corte do enquadramento. Particularmente eu procuro evitar usar o Crop, mas é muito conveniente visualizar a distribuição dos elementos dentro da fotografia, bem como reposicionar por corte de giro ou aparo de “sobras”.

Alguns usuários do Lightroom não nunca usaram ou não conhecem, mas a tecla O (letra Ó) aciona o ciclo de adaptações para a Regra dos Terços e para a Proporção Áurea. Experimente, logo verá que as sobreposições serão alteradas para outras, sendo:

Terços

Áurea

Grade

Triângulos

Espirais

Para as sobreposições Triângulos e Espirais há outro recurso. Acione a combinação de teclas SHIFT O para rotacionar as mesmas, sendo que Triângulos apresenta somente duas posições possíveis, enquanto que Espirais permitem oito variações.
Triângulos e Espiriais também apresentam seus pontos e linhas de distribuição e interesse. Recomendo fortemente que as memorize e utilize quando sair para fotografar.

Quem estuda principalmente retratos sabe o quanto fotografias de famílias (por exemplo) exigem bons posicionamentos de cabeça, ombros, mãos e etc. Nesse tipo de fotografia as linhas diagonais e formas geométricas fazem uma diferença interessante.
Veja mais uma do amigo aqui… Uma aproximação equilibrada e bem distribuída do assunto em relação ao quadro usando a variação dos triângulos!

Avançando ainda mais… Experimente fotografar com as regras sobrepostas. Isto não pode ser visualizado no Lightroom, mas pode ser uma opção para guardar no coração! Aí vai uma sobreposição de espirais e áurea.

 

Minimalismo e elementos de composição (parte 01)

30, julho, 2011 alexlopes 2 comentários

Cá estou… Alex Lopes em mais uma busca por informação, Imagem & Arte!

Atualmente usa-se a expressão “menos é mais” como um jargão que faz referência ao Minimalismo (leia mais em  português ou inglês no wikipedia), encontrado em diversos movimentos culturais, artísticos e científicos.

O Minimalismo também está presente na vida de muitas pessoas, que simplificam a maneira como vivem, numa busca por harmonia sem compromissos diretos que os levem as perdas de tempo e/ou fixação em tarefas dispendiosas.

Usar “técnicas minimalistas” na fotografia é uma forma de apresentar a síntese de um trabalho por uma linguagem simples (de poucos elementos), ou seja, o autor da fotografia transmite uma mensagem simplificada (de efeito direto sobre o observador ou audiência), somente com um elemento (assunto) ou o mínimo necessário. O mais interessante é que mesmo que o elemento esteja bem definido a interpretação pode ser subjetiva.

A dica é começar a pensar numa coisa de cada vez, então fotografe apenas valorizando um elemento para transmitir uma mensagem. Os elementos são muitos e iremos falar deles aos poucos. Observe o ambiente ao seu redor e procure por elementos em destaque, tais como: cores, cores harmônicas, cores complementares, forma, textura, linhas horizontais, verticais ou diagonais…

Uma composição que valorize visualmente apenas um elemento pode deferir um contexto simplório de beleza, mas que captura o observador.

CORES
Observe as cores e como elas se relacionam. Uma boa pedida são as combinações complementares (também chamadas de opostas): Vermelho/Ciano, Verde/Magenta e Azul/Amarelo. Muitas outras combinações podem ser criadas (incluindo cores harmônicas).

No caso do exemplo abaixo a combinação complementar (Verde/Magenta) foi aproveitada em colaboração com texturas (parede) e formas (caixa de correio).

Autor: Matt Takaichi
Fonte: http://www.flickr.com/photos/touchmyichi

LINHAS HORIZONTAIS
Neste trabalho o autor conseguiu transmitir tranquilidade, paz… objetivo alcançado com cores harmônicas (semelhantes) com variações de ciano e azul e uma pitada complementar de “vermelho”. O diferencial está na linha horizontal (horizonte) que transmite calmaria, tranquilidade, reflexão… linhas horizontais tendem a transmitir serenidade.

Autor: Dan Desroches
Fonte: http://www.flickr.com/photos/eldano

LINHAS VERTICAIS
Estas acrescentam um sentido de permanência, estática, solidez… Abaixo uma bela idéia que expressa mais do que eu poderia esclarecer.

Autor: A Jay
Fonte: http://www.flickr.com/photos/ahmadjaa

A grande jogada está justamente janela parcial (cortada por uma dessas linhas) e a repetição das verticais para aumentar o interesse nas texturas (tijolinhos).

LINHAS DIAGONAIS

Autor: Keneth Rivenes
Fonte: http://www.flickr.com/photos/sprengstoff72

Acima temos uma bela composição dividida no terço vertical direito por linhas diagonais. Uma árvore desfolhada posicionada num dos pontos de ouro (interseção entre um terço horizontal e um vertical) para dar a dimensão de proporção e identificarmos as linhas diagonais como pegadas na neve. Cruzando o terço horizontal inferior ainda temos uma linha para definir um monte e dar mair profundidade. Tudo junto nos leva para uma jornada.

Mas não se apresse… comece com um elemento de cada vez até que consiga contar a sua história…

Autor: Roland
Fonte: http://www.flickr.com/photos/41813717@N05

Um forte abraço e até o próximo papo sobre Minimalismo e elementos de composição! :D

 

Ashes and Snow (por Gregory Colbert)

19, julho, 2011 alexlopes 4 comentários

Imagem e Arte está de volta, na “voz” do amigo Alex Lopes, mas desta vez em busca de arte que toque a alma… Inspire-se!

Gregory Colbert “compôs” a exposição Ashes and Snow – uma brilhante coletânea de fotografias e vídeos em regiões da Índia, Burma, Sri Lanka, Egito, Dominica, Etiópia, Quênia, Tonga, Namíbia… Foram dez anos de trabalho para a síntese de cenas de interação entre seres humanos e animais.

 

 

Ashes and Snow percorre o mundo, juntamente com o museu temporário Nomadic Museum, que é uma estrutura gigantesca, com mais de 12.000 metros quadrados, que já atraiu mais de 10.000.000 de visitantes, o que faz de Ashes and Snow a exposição mais visitada de todos os tempos de somente um artista.

Se você é fotógrafo ao aprecia fotografia… Ashes and Snow é uma aula de artes sem precedentes. Vale muito conhecer mais, não só pela fotografia ou pela arte, mas pela humanidade e por uma conexão iluminada.

Visite o espaço virtual para a exposição: http://www.ashesandsnow.org/pt-br/index.php ou dê uma olhada em alguns momentos maravilhosos para sentir somente um pedacinho da imensidão!

 

Categories: Imagem & Arte Tags: ,

Review – OnOne Perfect Layers

28, junho, 2011 alexlopes 2 comentários

Amigos e amigas, meu nome é Alex Lopes. Recebi, com muita alegria, o convite para ser colaborador desse canal tão maravilhoso sobre Lightroom. Estarei compartilhando diversos assuntos, mas o foco principal será fotografia, pois faz parte da estrada que estou percorrendo!

De início apresentarei uma solução – que achava que já deveria ter sido implementada ao Lightroom. Felizmente o pessoal da OnOne, em parceria com o Scott Kelby, ouviu as vozes de tantos colaboradores espalhados pelo mundo e acrescentou ao seus produtos o software OnOne Perfect layers, que promete “resolver” as necessidades de quem deseja ter o poder das camadas (layers) dentro do fluxo de trabalho com o Lightroom.

Um amigo adquiriu o pacote de soluções OnOne Perfect Photo Suite 5 (que contém o Focal Point, Photo Tune, Perfect Resize, Photo Frame e o Perfect Layers) e me emprestou o notebook. Preferi experimentar antes de me decidir! Vamos as primeiras impressões…


Acima eu abri uma das minhas fotografias (em JPEG) no Perfect Layers, mas o bicho suporta RAW, DNG e PSD!

O único painel disponível (na direita) contém os recursos principais para o uso de camadas e máscaras, cuja interface é bem intuitiva e familiar, mesmo na primeira olhada!

Os Blend Modes disponíveis são os que mais usamos no Photoshop!

Ainda existem as opções de controle de pressão para quem usa mesas Wacom!

Uma ferramenta de máscara direta que é bem interessante é a MaskingBug Tool. Esta adiciona um sistema de controle em forma de “inseto” sobre a camada, que permite mudar a aparência da máscara de forma semi localizada, mas também existe o famoso Brush para revelar/ocultar partes mais específicas da máscara sobre a camada selecionada! Veja a MaskingBug!

É um programa Standalone, mas abre a partir do Lightroom ou do Photoshop! No Lightroom…

O programa salva em PSD… ótimo, mas se for pensar em abrir um PSD gerado no Photoshop terá que se satisfazer com o modo de compatibilidade, onde o PSD é compactado (flatten) numa única camada. Isso ocorre quando o PSD tem…

Vale muito a pena configurar ele como editor externo para usar o menu direito sobre a fotografia dentro do Lightroom…

Usando o menu de botão direito para abrir o arquivo de catálogo do Lightroom no Perfect Layers…

 

PONTO NEGATIVO
Não é tão leve quanto eu achava! Carrega rápido, abre JPEG, RAW e DNG na boa, mas fica pesado… principalmente ao usar MaskingBrush Tool! Isso não me agradou!!!

Testei o bicho num notebook Dual Core T4400, com Windows7 32 bits com 3GB de RAM!

Até a próxima! :D

 

Preset HDR Vibration

Dica: Após aplicar o preset, faça ajustes detalhados para deixar sua fotografia com a cara do preset. Preset para fotografias com luz de background (sol)

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